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OLIGARQUIAS PARTIDÁRIAS BRASILEIRA

24/10/2014 16:52

OLIGARQUIAS PARTIDÁRIAS BRASILEIRAS.pdf (411297)

METODOLOGIA DA APRENDIZAGEM - TODOS ESTAO EM COSNTANTE BUSCA DO CONHECIMENTO E DO SABER

23/05/2014 13:02

METODOLOGIA DA APRENDIZAGEM.pdf (92404)

SILVA, J. AFOTO JUSTINO

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METODOLOGIA DA APRENDIZAGEM - TODOS ESTÃO EM CONSTANTE BUSCA DO CONHECIMENTO E DO SABER

A aprendizagem implica em fazer uso do processo de desenvolvimento de todos os poderes possíveis para conduzir o aluno no aprendizado diário. Tal procedimento abrange potencialidades e capacidades as quais devem fornecer estímulos e incentivos de forma que o educando seja induzido ao interesse pelo saber.

A aprendizagem requer um conjunto de funções bem como: Cognitiva, Sentimental, Corporal, Social e etc., desta forma o Educador poderá realizar um diagnostico da condição afetiva, social, psicológica e intelectual de seu educando podendo encontrar nele as deficiências, dificuldades e carências a serem trabalhadas, e também encontrar nele as habilidades, afeiçoes, qualidades, desenvoltura e et., Assim o educador poderá encontrar a forma de como atuar no processo de ensino aprendizagem do aluno. Poderá então o professor por meio do mecanismo psico pedagógico criar ferramentas para estimular o desenvolvimento do educando facilitando a sua assimilação dos conhecimentos que lhes serão transmitidos. Sem a realização de um diagnostico da situação e condição do aluno, fica difícil para o educador detectar as dificuldades, deficiências e carências de seu educando dificultando seu aprendizado o qual pode perder o interesse pelos estudos.

Desta forma, o ato de ensinar exige uma metodologia e pedagogia aplicada, renovada, tecnológica, contemporânea com compromisso, responsabilidade, competência, eficiência e eficácia, carinho, amor, amizade, dedicação e dialogo, também exige estimulo e incentivo do educador para com seu educando, contudo o professor também precisa estar estimulado, incentivado e disposto para poder desenvolver um ensino com êxito e de qualidade. Mais só isso não basta a Instituição escolar devera estar bem equipada estruturalmente desde condições do prédio aos recursos financeiros e materiais didáticos a fim de que seja desenvolvido um processo educacional com êxito.

Então, para ambos as dificuldades, deficiências e carências, a falta de estímulos e incentivos precisam ser analisadas e diagnosticadas pela equipe escolar ou corpo educacional. Ambos terão necessidades semelhantes, pois, tanto aluno como professores estão em um processo educacional e fazem parte dele juntos, estão em processo de aprendizagem e busca do conhecimento e troca de experiência diária. Com isso estarão unidos aprendendo e trilhando o caminho na busca pelo conhecimento e desenvolvimento do saber. 

EDUCAR DEVE DESENVOLVER UM PENSAMENTO CRITICO COM ESPIRITO DE CIDADANIA

21/05/2014 12:32

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    SILVA, J. A

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EDUCAR DEVE DESENVOLVER UM PENSAMENTO

CRITICO COM ESPIRITO DE CIDADANIA

Justino Amorim da Silva - 14 de maio de 2014.

A educação precisa caminhar em uma direção que se possa formar e criar consciência critica cidadã em seus educandos, para isso o educador deve estar aberto para as mudanças e inovações que o mundo globalizado nos coloca e exige, a cada dia mais devemos ir aprimorando nossos conhecimentos e, encontrar dinamismo para enfrentar as diversidades sócio-educacionais que encontramos diariamente. Paulo Freire diz que a educação deve caminhar pela estrada da emancipação trilhando o caminho da liberdade. O educando deve ser livre para pensar sobre sua realidade social, dialogar com seu educador, ambos podem aprender juntos, pensar e fazer juntos, construir o saber e buscar o conhecimento juntos. Sócrates acreditava que o professor deveria formular perguntas aos seus alunos para que eles adquirissem a capacidade de questionar, refletir e assim parir ideias.

Nesse novo contexto globalizado mais do que nunca teremos que trabalhar uma educação que seja emancipadora e libertaria afim de que todos possam ter ideias próprias, formulem questionamentos de sua realidade social, busquem conhecer e trilhar o caminho do saber. O tempo de uma educação centralizadora, dogmática, imposta já se foi, não mais e possível esse modelo educacional autoritário ao nosso mundo real da diversidade social e cultural.

As mudanças são necessárias e o ser humano e uma constante metamorfose no mundo. Por isso, precisamos estar atentos aos avanços tecnológicos que trazem benefícios e malefícios a humanidade, dai a necessidade de estarmos em constante busca do conhecimento e saber fazer as coisas a fim de que sejamos cada vez mais preparados para realizarmos tarefas e ações benéficas a todos nos e, sobre tudo ao meio ambiente nossa casa. Nosso fazer diário, nossas ações e construções que aqui realizamos para suprir nossos desejos, anseios e necessidades devem ser pautados sobre os princípios da coerência afim de que sejam garantidas e asseguradas as necessidades das futuras gerações. EDUCAR DEVE DESENVOLVER UM PENSAMENTO CRITICO COM ESPIRITO DE CIDADANIA.pdf (93337)

EDUCAÇÃO, CULTURA E EMANCIPAÇÃO SOCIAL COMO PROCESSO DE HUMANIZAÇÃO

10/05/2014 18:14

EDUCAÇÃO CULTURA E EMANCIPAÇÃO SOCIAL.pdf (78797)

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EDUCAÇÃO, CULTURA E EMANCIPAÇÃO SOCIAL

                                COMO PROCESSO DE HUMANIZAÇÃO

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Desde a Pré-história o ser humano passou a desenvolver a arte da escrita através de desenhos e pinturas nos penhascos e nas paredes das cavernas desenvolvendo e registrando seu conhecimento. A primeira e mais antiga forma de escrita de que se tem conhecimento é a cuneiforme composta por sinais complexo derivada da palavra latina “cuneus” que significa cunha, e proveniente da Mesopotâmia.   

 

Historicamente a educação está ligada diretamente aos primeiros registros do ser humano e as primeiras produções da escrita na terra. É próprio do ser humano procurar descobrir coisas, ir à busca do desconhecido, do imaginário, do seu passado, tentando descobrir as raízes de sua própria história e compreender sua trajetória no mundo.

 

Ao percorrer da história das Américas e do Continente Africano ocorreram as mais variadas formas de desumanização contra os povos habitantes destes territórios, seja no campo religioso, político, econômico, cultural e educacional.

 

O processo colonizador foi um modelo cultural europeu imposto aos povos destes continentes onde os objetivos estavam pautados sobre os princípios e valores religiosos políticos e econômicos escravizando e assassinando civilizações autóctones dizimando suas culturas, ritos, costumes e a vida social. Toda esta barbárie em prol de interesses econômicos em que a Igreja Católica Apostólica romana estava inserida.

 

Nosso primeiro modelo educacional implantado em 1549 pelos Jesuítas trouxe para o Brasil valores, dogmas da religião cristã católica sem levar em conta os valores, princípios, costumes e a vida política e social dos povos autóctones. Foi-nos implantado um modelo educacional positivista, onde o aluno não podia questionar, o professor era o dono da verdade e do conhecimento absoluto, uma educação pautada sobre o castigo físico e psicológico ao aluno caso não exercesse uma disciplina rígida a base de castigo e vigia constante. Havia uma forma de exercer a educação através do excesso de conteúdos, por meio da coação e da relação antagônica entre professor e aluno de forma não dialética.

 

Herdamos a cultura Africana e Indígena o que está muito presente em nossas vidas e que foi e continua sendo de fundamental importância para a formação da sociedade Brasileira, porém predomina em nossas ações muitos traços do colonialismo europeu, aprendemos por meio da imposição os dogmas cristãos, assimilamos elementos da cultura europeia e desprezamos o que é próprio de nossos irmãos indígenas e africanos, esta herança é fruto de uma educação eurocêntrica. Daí então a necessidade de que precisamos conhecer fazer conhecer, reconhecer e perceber a importância da cultura afro-indígena presente em nossas vidas, em nosso dia a dia que se encontra no vestuário, no falar, na dança, na música, na comida e na maneira de como nos relacionamos e convivemos uns com os outros. 

                     

Por isso aplicação e implementação da lei 10.639-2003 e de fundamental importância para se combater o Racismo que ainda impera em nossas instituições publicas principalmente nas escolas, porem o Racismo começa na família, na Igreja chegando à escola e passando pelas demais instituições da sociedade e que se fortalece em nossas relações sociais.  Trabalhar um processo educacional pedagógico de desconstrução do racismo com as crianças deve ser a base para erradicar o racismo em nossa sociedade, contudo, precisamos lembrar que para isso teremos que trabalhar com a família destas crianças, pois, temos que levar em conta que a maioria destas pertence à religião crista de seus familiares e são educados segundo os princípios, dogmas e valores de sua religião cristã, o que torna um trabalho educacional didático-pedagogico delicado e cuidadoso.

Paulo Freire diz que a Educação deve ser libertadora e emancipadora, deve formar cabeças pensantes, críticas, contestadora e consciente de sua realidade social. Porém para que isso seja possível em nossa realidade afro-brasileira e indígena faz-se necessário conhecermos nossa história, sabermos de onde viemos conhecendo nossa realidade e o que nos faz brasileiros afrodescendentes e indígenas. 

 

Sabemos que todo processo educativo passa pelos ditames da avaliação, por isso problematizaremos alguns pontos sobre a questão, pois o processo educacional passa pela avaliação, daí a importância de se avaliar a ela própria dentro do contexto educacional.

 

A Ineficiência do atual sistema de aprovação nas escolas públicas e privada brasileira é um fator preocupante o que implica saber como é realizada esta avaliação, isso mostra que a metodologia de ensino e a avaliação do aluno nas escolas públicas brasileira são arcaicas e ultrapassadas. No que toca as escolas públicas faltam materiais pedagógicos, tecnológicos e didáticos, o material é insuficiente e, além disso, os livros por ex: não correspondem com a realidade sociocultural regional de cada Estado ou município. Os livros brasileiros ainda são construídos numa ótica externocêntrica (de fora para dentro) e racistas, por ex: os materiais didáticos (livros) que são elaborados para a Amazônia ou Pará são construídos na região Sul ou Sudeste do país, o que contradizem a realidade sociocultural da região amazônica composta em sua maioria de Negros e Indígenas, além da cultura dos povos Ribeirinhos e Extrativistas.

 

A forma de avaliação em nossas escolas seja pública ou privada, persistem em um modelo cartesiano de avaliação é muito matemático e mecânico, subjetivo demais, não se leva em questão uma avaliação na base da participação em sala de aula através de debates e construções de textos e o incentivo a leitura e participação em eventos sociais e políticos que poderiam contribuir muito na formação educacional e cidadã do aluno, ainda se tem uma educação muito presa à estrutura física da escola, presa a sala de aula, é uma educação em quatro paredes, os alunos precisam ir as ruas ver e sentir a sua realidade social, claro que isso requer um trabalho pedagógico sistematizado numa parceria com outras áreas do setor público.

 

Já não é mais possível uma avaliação matemática, somativa, mecanizada (cartesiana) e subjetiva carregada de hierarquia onde o professor se coloca como dono da bola, do conhecimento, do saber e da razão absoluta. É preciso haver uma inter-relação na troca de saberes, conhecimentos e experiências, ninguém sabe tanto que não possa aprender com o outro, ninguém é tão bobo que não tenha algo a ensinar ao outro.

 

Outras questões também influem sobre a avaliação, o rendimento escolar do aluno e uma delas, a alta estima baixa decorrente do racismo, do fator econômico da família que às vezes passa fome, saúde frágil, vive em barraco, sofrem problemas de violência dos pais e etc. A criança ou o jovem pode estar sendo acometido por uma série de fatores sociais, econômicos ou psicológicos. A violência contida nos bullying presente entre os amiguinhos do bairro, na escola e visto também na TV são problemas que vão influenciar na alta ou baixa estima do aluno e consequentemente no seu rendimento escolar.

 

Os problemas são amplos, variados, mais às vezes bem específicos como: Racismo, Homofobia, pobreza e fome. O Índio chamado de vagabundo e o Negro de bandido ou marginal, pobre, drogado, o agricultor de ignorante e etc. Esta gama de preconceitos é uma violência que desestimula qualquer ser humano. No que toca a questão racial, o negro é o que mais sofre, é discriminado, humilhado pela cor do cabelo, pela pigmentação da pele, é chamado de neguinho feio, de burro e, se for mulher o quadro é ainda mais grave. Uma criança que vem de um contexto de pobreza extrema em que não se tem o que comer em casa tendo que contar com a merenda da escola, este aluno dificilmente terá um bom rendimento escolar.

 

Educar em uma sociedade da diversidade social e da pluralidade cultural requer um empenho além do simples fato de ser professor, devemos como educador-mediador entender, compreender e conhecer a realidade social do aluno. Devemos saber quem é o nosso aluno, devemos criar laços de relacionamento de proximidade, ganhar a sua confiança através do carinho, do cuidado, do amor e amizade, conduzindo o ao conhecimento e a reflexão crítica de sua realidade social, política, econômica, ambiental e cultural.

 

Em muita das vezes o professor se torna o discente e não o docente. O educador deve sair da condição de opressor e passar a ser parceiro e não rival, a educação somente poderá surtir efeitos e resultados positivos mediante uma metamorfose-ambulante educacional-pedagógica onde possamos ir quebrando os velhos paradigmas da educação positivista partindo para uma interação entre aluno e professor na troca de experiências, informações e conhecimentos que é de fundamental importância para o bom aprendizado do aluno e o seu apego e interesse pelo saber. Sair da condição de opressor é colocar-se no lugar do aluno, sendo humilde e reconhecendo que somos frágeis e falhos, que não somos dono da verdade e nem do conhecimento absoluto, ou seja, podemos aprender também com o aluno. Às vezes o aluno tem muito a nos passar de informação e conhecimento o que não temos em nosso caminhar profissional e formativo. 

 

Como dizia Sócrates: Só sei que nada sei. Tudo que sabemos é muito pouco e sempre estaremos necessitando aprender mais. Seguindo o pensamento socrático, a educação deve ser uma gestação saudável de forma que o aluno possa parir boas ideias, desenvolver um pensamento crítico, reflexivo, o aluno deve trilhar o caminho do questionamento, da dúvida e assim alcançar a razão ainda que a razão possa e deva ser sempre questionada de forma que tanto educador e educando amplie, aprimore e qualifiquem-se cada vez mais seus conhecimentos na busca pelo saber sistematizado.  

 

Educar implica amor pelo saber, devemos estar sempre atento às mudanças de nosso tempo, se atinar aos fatos sociais novos que transgridem o desenvolvimento da pessoa humana. Assim como a filosofia questiona, duvida e reflexiona sobre as questões da realidade social, o professor e o aluno devem fazer o mesmo. 

 

O educador sendo crítico-consciente e conhecedor de sua realidade estará mais bem preparado para adentrar o espaço da sala de aula, assim poderá dialogar e mediar conhecimentos com seus alunos. A troca de experiências é de fundamental importância o que pode contribuir para facilitar o desempenho, aprimorar e aperfeiçoar o trabalho do educador em sala de aula. Nesse processo ganha o professor e ganha o aluno.

 

            Portanto, os desafios são enormes e gritantes, é preciso fazer algo urgente, mudar o quadro social da educação brasileira deve ser compromisso, responsabilidade do Estado, da Família e da Sociedade, então é uma tarefa de todos.

 

 

Fonte Bibliográfica:

 

370.1

T656f Tomelin, Janes Fidélis

Filosofia geral e da educação / Janes Fidélis Tomelin; Norberto

____________________________________________________________________

 

370.733

B295o Baruffi, Monica Maria.

Organização do Trabalho Pedagógico / Monica Maria Baruffi,

Vilisa Rudenco Gomes. Indaial : Uniasselvi, 2013.

 

278 p. : iI

 

ISBN 978-85-7830-840-1

 

  1. Pratica de Ensino. 2. Avaliação Educacional. 3. Pedagogia.
  1. Centro Universitário Leonardo da Vinci

O TRAFICO HUMANO E A AMEAÇA A CULTURA DOS POVOS TRADICIONAIS

15/04/2014 08:19

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 SILVA, J. A

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O TRÁFICO HUMANO E A AMEAÇA A CULTURA

DOS POVOS TRADICIONAIS

 

Discutir, debater, e lutar contra o TRÁFICO HUMANO, logo se traz a memória a parte mais triste da história das Américas e do Continente Africano, o Tráfico dos povos Africanos e a dizimação dos povos indígenas, umas das maiores Barbáries da História da Humanidade.

Com o processo colonialista foram dizimados 5.000.000 milhões de Indígenas só no Brasil. Ao que toca ao tráfico de escravos, foram traficados da áfrica para o Brasil cerca de 7.000.000 milhões de africanos dos quais muitos morreram nos Tumbeiros denominados Navios Negreiros. Impossível falar de Tráfico Humano sem trazer a tona a História do Colonialismo um processo Capitalista Escravocrata casado com imposição religiosa Cristã e domínio cultural europeu.

Traficar é violar os Direitos Humanos. Partindo desse pressuposto, o enfoque principal para o enfrentamento deve pautar-se no sentido de uma melhor defesa e garantia dos Direitos Fundamentais das pessoas traficadas. Contudo, existe a dificuldade em focar apenas um ponto, já que entidades de todo o mundo se organizam em torno de temas diversos.

Segundo dados da ONU o Tráfico de Pessoas Movimenta um lucro anual de 32. Bilhões de dólares e afeta uma média anual de 2,5 milhões de pessoas. Do valor referido, 85% provêm da exploração sexual. O tráfico humano perde em lucratividade somente para tráfico de drogas e contrabando de armas. De acordo informações do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC) a prática do tráfico de pessoas é um crescimento constante no mundo, principalmente nos países do leste europeu. Entre os principais destinos de pessoas traficadas estão: Espanha, Itália, Portugal, Franca, Holanda, Áustria e Suíça.

Segundo um relatório da OIT de 2012, entre os anos 2002 e 2010 mais de 20 milhões foram vítimas do trabalho forçado, incluindo as vítimas do tráfico de pessoas e de exploração sexual.

O Tráfico Humano tem sido uma barbárie contra a classe dos mais vulneráveis, pessoas pobres, simples e humildes por viverem em constante estado de vulnerabilidade social, econômica, educacional e sócio-afetiva se tornam vítimas do tráfico de pessoas destinadas ao mercado do sexo. As Mulheres, Jovens, Indígenas, Ribeirinhos, os Homo afetivos e o Povo Negro, e, de maneira especial a classe feminina é a mais afetada por tal barbárie do tráfico de pessoas e de forma mais latente a mulher negra, indígena e ribeirinha.

O genocídio dos jovens negros tem sido uma das questões mais alarmantes em nosso país, o que demonstra os altos índices de racismo em nosso imenso Brasil com uma enorme diversidade étnico-social e cultural. Tal fato aqui levantado não foge a temática do Tráfico Humano, pois, o tráfico de Pessoas envolve um conjunto de ações criminosas como: Tráfico de Drogas, Contrabando de armas, trabalho escravo nas fazendas e carvoarias, corrupção, prostituição de crianças, jovens e adultos, pedofilia, crimes de homofobia, Racismo e outros.

No que diz respeito às Mulheres elas ainda continuam sendo as maiores vítimas do Tráfico Humano, elas representam 79% dos casos, sofrem as mais variadas formas de violência, dentre elas: a física, psíquica, sexual, violência social, doméstica, Institucional o que a coloca em um estado constante de vulnerabilidade social. Diante desta realidade há que se travar uma luta contra o machismo e o patriarcalismo que ainda impera em nossas Instituições Sociais, familiares, Religiosas e Públicas onde ainda persiste, a prepotência, a violência e a arrogância máscula das mais variadas possíveis contra a Mulher. A Ideologia sexista-machista e patriarcal casada com a constante busca pelo acumulo de riqueza é uma das molas que impulsiona e dá força ao tráfico humano.

Chamamos atenção para um pensamento do Bispo emérito de São Félix do Araguaia (Dom Pedro Casaldáliga. (Pl. São. F. A.).

 

O Lucro, em todos os tempos e em todos os povos, quando se constitui em critério e justificativa, se alimenta sempre de sangue humano. A escravidão é uma decorrência da incansável e inescrupulosa hegemonia do lucro.

 

 

No Brasil a pesar dos avanços históricos de conquistas de direitos fundamentais pelos Movimentos Sociais, Entidades de Defesa de Direitos Humanos e demais seguimentos da Sociedade Civil comprometidos com a vida, a transformação social, e com um desenvolvimento sustentável ainda persistem as violações de Direitos Humanos a qual é uma constante vergonhosa e alarmante em nosso país fruto da irresponsabilidade de um Estado Neoliberal aniquilado pelo ácido sulfúrico do poder econômico.

É Dever do Estado, da família e da Sociedade Civil assumir o compromisso e responsabilidade social em desenvolver ações concretas de defesa da vida no combate ao Tráfico Humano, a prostituição, a Pedofilia, a Homofobia, ao Machismo, ao Patriarcalismo e ao racismo. Neste sentido cabe ao Estado elaborar, planejar e executar políticas públicas de combate a esta infame barbárie contra a vida humana e a Sociedade Civil composta pelos mais variados seguimentos sociais torna sua parceira nesta tarefa que deve ser compromisso, responsabilidade e dever de todos.

Na observação feita pelo então representante da UNESCO no Brasil, Jorge Wertheim, em 1998, quando se comemoravam os 50 anos da Carta de 1948:

 

O conjunto dos direitos humanos constitui um rol inesgotável de direitos e garantias fundamentais. A garantia e realização de todo o conjunto acaba por gerar expectativas nem sempre plenamente atendidas. Nos países em desenvolvimento, as limitações políticas e dos meios econômicos tornam especialmente difícil a realização dos direitos econômicos, sociais e culturais. Não se pode aceitar este valor como uma permissão para a violação desta classe de direitos. Os governos devem esforçar-se para garanti-los, na medida de suas possibilidades, gradativamente, sem retrocessos e, especialmente, fazendo uso de alternativas como a parceria com a sociedade civil e a cooperação internacional. (WERTHEIN, 1998, p. 61-62)

 

Que esta campanha nos ajude a planejar, elaborar e executar políticas de combate a barbárie do Tráfico humano. Tal Câncer Social não pode mais continuar a fazer vítimas.

Gálatas 5 – 1 Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão.

Fonte Bibliográfica:

C397r – Centro de Estudos e Defesa do Negro no Pará

Raça Negra: A luta pela Liberdade / Centro de Estudos e Defesa do Negro no Pará: Organizadoras, Nilma Bentes, Zélia Amador. – 4. Ed. Ver. e amp. – Belém: FCPTN, 2004.   

79  . : Il. 

           1. DISCRIMINAÇÃO RACIAL. 2. RACISMO.  O TRÁFICO HUMANO E AMEAÇA A CULTURA DOS POVOS TRADICIONAIS.pdf (221839)

I. Bentes, Nilma, org. II. Amador, Zélia, org. III. Título

CDU: 323.118 (=96) (811.5)

Direitos Humanos.

Copyright © Editora: GRUPO UNIASSELVI 2012

Centro Universitário Leonardo da Vinci

http://www.mundoeducação.com.br/geografia/trafico-humano.htm)

http://editoramelhoramentos.com.br/v2

OS DIREITOS DEMOCRÁTICOS NO PARÁ SÃO ANIQUILADOS PELA PREPOTÊNCIA E ARROGANCIA GOVERNAMENTAL

11/04/2014 04:15

 OS DIREITOS DEMOCRÁTICOS NO PARÁ SÃO ANIQUILADOS PELA PREPOTÊNCIA E ARROGANCIA GOVERNAMENTAL

SILVA, J. A

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A constituição Cidadã de 1988, completa seus 26 de idade, porém, com duas décadas e meia de sua promulgação o povo brasileiro ainda continua tendo seus direitos violados, todavia não alcançamos a consolidação do processo democrático.

Quando será que valerá nossos direitos, infelizmente continuamos sonhando com uma Democracia a qual se tornou um sonho sonhado não realizável, permanecemos viajando na Utopia, pensar em uma Democracia consolidada parece ser uma alucinação incessante por não querermos parar de sonhar e acreditar que seja possível um dia se concretizar a Utopia tão desejada.

As conquistas e os direitos do povo estão sendo suplantados e, aniquilados pelo poder ditatorial dos governantes estaduais brasileiros, cada um exerce sua prepotência e arrogância de modo truculento com o uso da repressão violenta armada das polícias militares ou jurídica pelo poder Judiciário. A hegemonia arrogante do Poder Executivo exerce a punhos de ferro sem argumento que justifique a condenação das ações legítimas de reivindicação de direitos de quem quer que seja na busca pela dignidade no trabalho.

Os Governantes brasileiros principalmente aqueles que descenderam da Ditadura Militar exercem uma gestão pública pondo abaixo qualquer princípio ético da Constituição Cidadã brasileira. Na prática o Processo Democrático de Direitos não existe, a Democracia no Brasil tornou se algo totalmente simbólico.

O exercício do Poder Público brasileiro no que diz respeito aos Três Poderes tem funcionado como um Regime Militar Ditatorial dentro do Regime Democrático causando o genocídio dos direitos fundamentais, quando não pelo meio Jurídico, é pela força das armas ou pela coação arrogante e prepotente de certos Governos como no caso do Estado Pará tentando de todas as formas coagirem e criminalizar as ações de reivindicação de direitos dos Policiais e Bombeiros Militares.

As velhas raposas partidárias de outrora tentam aterrorizar a quem quer que seja que tentem buscar seus direitos, as oligarquias políticas da Ditadura Militar com cara renovada em partidos políticos de nome voltado para a Social Democracia Brasileira voltam a mostrar suas garras assassinas e de criminalização de ações legítimas de lutas por direitos.  Parece estarem querendo retomar a Ditadura Militar assassina impedindo o povo trabalhador de ter acesso aos direitos civis, políticos, sociais, econômicos e culturais.

Diante de tal situação percebe-se que os trabalhadores brasileiros tais como: Operários da Construção Civil, Professores, Policiais e Bombeiros Militares e etc. passam pelas mais variadas formas de violação de direitos, estão vivendo um Estado de Barbárie social perpetrado pela arrogância e prepotência de governantes inescrupulosos e covardes desprovidos de humanidade e ética profissional na política e exercício do serviço público.

PROJETO BELO MONTE - DISCURSO POSITIVISTA DESENVOLVIMENTO R$ ECONÔMICO VERSOS O DESENVOLVIMENTO HUMANO

03/04/2014 09:53

 

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SILVA, J. A

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PROJETO BELO MONTE - DISCURSO POSITIVISTA

DESENVOLVIMENTO R$ ECONÔMICO

VERSOS O DESENVOLVIMENTO HUMANO

Por: Justino Amorim da Silva

 

Os questionamentos de Cientistas: Sociólogos, Geógrafos, Ambientalistas, Religiosos, Defensores de Direitos Humanos, Movimentos Sociais, Indígenas, Quilombolas, Ribeirinhos, Extrativistas, em fim de todos aqueles comprometidos com a ética, o compromisso social e com um projeto de sociedade que não concordam com a maneira de como são desenvolvidos grandes projetos que beneficiam corporações capitalistas e escravizam milhares de pessoas seja pelo trabalho forçado de longas horas e com salário miserável, seja pela especulação financeira que gira no entorno dos grandes empreendimentos como é o caso de Belo Monte, seja pelos impactos ambientais, culturais, econômicos e pelos desrespeitos e invasão das terras dos povos tradicionais e pelos impactos sociais nas cidades e regiões onde se desenvolvem tais projetos será sempre latente uma guerra interrupta da burguesia travada diante dos conflitos sociais numa constante luta de classes.

 A questão não é ideológica e nem de ser contra o Projeto em sua totalidade, as questões precisam ser levantadas, pesquisadas, analisadas e é isto que os estudiosos, pesquisadores, cientistas e seguimentos da sociedade civil fazem e o fazem com propriedade.

A região de Altamira vive sua mais alta complexidade social da história da transamazônica, no entanto essa complexidade já teve seu início na década de 1970 com a abertura da rodovia transamazônica a qual fazia parte do PIN Plano de Integração Nacional do Governo Militar Emílio Garrastazu Médici.

Tal governo na época elaborou o PIN com a ideia de interligar a Amazônia ao restante do país. Pensava se a Amazônia como um vazio demográfico, ou seja, não existiriam seres humanos aqui, este vasto território não era habitado, um grande equívoco e ignorância, pois já existiam os ribeirinhos, extrativistas, antigos soldados da borracha e, os povos indígenas cuja existência na Amazônia remonta séculos atrás, além disso, Altamira já existia desde décadas com data de fundação desde 1912.

A partir de então se criou os slogans: terra sem homens para homens sem terra e integrar para não entregar. Por falta de investimento em políticas públicas no nordeste do país e por irresponsabilidade pública administrativa do próprio governo, criou-se a propaganda de terras aonde correria leite e mel na Amazônia e daí vêm para a transamazônica uma grande leva de pessoas sonhando em poder ter um pedaço de terra para sobreviver com sua família e, também para trabalharem na abertura da Rodovia. Mais o programa do governo foi um desastre. Vale ressaltar que as pessoas que vieram do nordeste para a Amazônia na época já vinham fugindo de um processo latifundiário.

O fato é que Altamira e toda a Região da Transamazônica nunca tiveram políticas públicas sérias bem planejadas e bem elaboradas.  A região sempre foi esquecida pelos governantes, o povo sempre ficou confinado aos currais eleitorais da época de campanhas políticas, a Rodovia nunca foi totalmente concluída, agora depois de 43 anos é que se começa a chegar à pavimentação asfaltica, isso porque está em questão à construção do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte e pela necessidade de tráfego de máquinas pesadas que está crescendo muito com a construção da Hidrelétrica. Transporte de qualidade nunca existiu, existe somente a empresa de ônibus Transbrasiliana a que mantém um monopólio de 40 anos, fora isso somente vãs ou Kombi as quais fazem o transporte para os municípios vizinhos, as vicinais e os travessões (zona rural) sempre esquecidos pelo poder público e pelos parlamentares que só prometem em época de campanha política.

O desenvolvimento da região sempre foi pautado numa ótica positivista sem levar em conta a realidade humana e cultural da região, a ideia de desenvolvimento pensado somente nos moldes do crescimento econômico, e ainda assim muito mal planejado. Vale ressaltar que Belo Monte é um Projeto de continuidade das políticas governamentais da década de 1970, seguimento do PIN, que incluía a Amazônia em grandes projetos a fim de favorecer as grandes oligarquias do país. 

Altamira na atual circunstância quem ganha R$ 3.000 reais ao mês não é suficiente para se viver bem devido ao processo especulativo que se criou em torno do Projeto Belo Monte. A culpa em maior grau é do Estado com certeza, mais também da sociedade e das grandes empresas que tem as condições financeiras e tecnológicas e não assumem a responsabilidade social.

 

Os governantes corrompem e corrompem e passa anos e não elaboram políticas públicas necessárias para a realidade de cada região e de maneira especial para Altamira e Região da Transamazônica que sempre ficou esquecida durante décadas, isso é fato.

Energia elétrica até os anos 200 2002 era à base de motor a óleo diesel, somente depois veio à energia do linhão de Tucuruí, que na atual circunstância da Barragem já há problemas na distribuição de energia devido ao sobre carregamento da rede, há circuitos elétricos e, explosões constantes de transformadores, devido ao inchaço populacional que ocasionou um crescente uso de centrais de ar, maquinários, maior números de comércios em geral, e o próprio Consócio Construtor de Belo Monte que tem um consumo muito alto com toda a estrutura montada na região. 

A educação, saúde, geração de trabalho e renda na região seja na zona Rural ou Urbana sempre foi muito precária, Universidade somente UFPA e UEPA, é muito recente a chegada de novas instituições universitárias e de novos empresários. A cidade de Anapu e Altamira são as que mais crescem em número populacional, consequentemente com o inchaço populacional desordenado alavancou-se o alto índice de criminalidade como: assaltos, furtos, violência no trânsito, especulação imobiliária, altos preço dos alimentos básicos do dia a dia, especulação nos serviços gerais como: pedreiro, eletricista, instalador hidráulico, lavrador e outros.

A População da Cidade de Altamira de Maneira especial já começam a sentir na pele os efeitos sociais, culturais, ambientais e urbanos do Ridículo Projeto mal elaborado e planejado. Os pequenos empresários da Cidade Pioneiros na região os quais defendem com unhas e dentes este projeto começam a sentir também os efeitos, pois, estão percebendo que grandes empresários começam a chegar à região e dominar o mercado comprando tudo e fechando o cerco, ou seja, monopolizando todo o mercado sufocando os empresários de outrora.

 

Atualmente uma considerável porcentagem da população de Altamira e Transamazônica acreditam que Belo Monte trará desenvolvimento para a região e melhorará suas vidas, no entanto, a população já começa a se dividir nas ideias quanto ao projeto. Alguns já estão temerosos com a violência e drogas que aumentou assustadoramente e também pelo inchaço populacional e aumento de veículos que chegam à região, também estão preocupados com o alagamento de parte da cidade, os que podem financeiramente vão morar nas partes altas da cidade, os que não podem estão com medo. Mais as visões ainda são de que dias melhores virão e já começam a chegar. Mais há aqueles que não concordam com este tal Belo Monte e parte para a manifestação popular contra este modelo paradoxal de desenvolvimento e progresso.

O que se pode dizer de início é que Belo Monte já começa a deixar sua marca, seja ela no Rio com o barramento-aterramento, na derrubada de árvores, no medo da população de assaltos, drogas, alagamentos futuros como já ocorrido com estouro de pequenas barragens, com a ocupação de terrenos devido ao inchaço populacional ou pelo medo de alagamentos, com a melhoria de vida financeira para alguns e exclusão social-urbana para outros e assim segue alguns dos impactos negativo ou positivos econômicos, sociais, ambientais e culturais.

 

As políticas públicas as quais estão sendo realizadas agora deveriam ter sido realizadas anteriormente ao projeto, o que já era uma carência de décadas, não é uma necessidade somente por causa da realização do projeto em questão, a Cidade se encontra no anonimato devido a irresponsabilidade pública de décadas, descaso dos parlamentares do Estado do Pará e também do Governo Federal. Os impactos Sociais, Ambientais, Culturais e Econômicos que agora se afloram e se agravam são consequências do esquecimento dos políticos em elaborar, planejar e executar políticas públicas para Altamira e demais municípios ciclo vizinhos de toda a região da Transamazônica. Tais municípios dependem do Município pólo Altamira. Hospitais, Universidade, Cartórios, Bancos, Comércio em geral, ainda é a base de atendimento paras os demais moradores das cidades da Região da Transamazônica. O hospital Metropolitano já era uma necessidade independente de Belo Monte para atender tais municípios como já citado. Escolas sempre houve a necessidade de se reformar e construir novas com ou sem Belo Monte, claro que com a Hidrelétrica as necessidades se alargam, a população aumentou em praticamente 50%. Qualquer fala de que não se poderiam iniciar obras como a do Hospital Metropolitano antes de saber se a Hidrelétrica seria construída é totalmente equivocada ou mesmo ignorante.

Que bom que alguma coisa está sendo feita no que toca as políticas públicas, no entanto é preciso dizer que pelo anunciado, as casas, escolas, saneamento básico e outras obras públicas que estão sendo implantadas não serão suficientes para atender a população atual devido à realidade populacional em que se encontra a Região e que tais políticas estão atrasadas isso é fato.

Altamira na sua atual conjuntura precisa de saneamento básico, saúde que está um caos, escolas, transporte, pavimentação das ruas, Projeto ambientalista sério, Três Igarapés cortam a cidade. Panela, Ambé e Igarapé Altamira e todos eles estão sendo afetados ambientalmente e serão mais ainda com a Hidrelétrica de Belo Monte.

 

O projeto Belo Monte irá gerar energia necessária para o país? Que ótimo; Gera emprego? Que bom; Melhora a vida das pessoas? Que bom. Irá trazer desenvolvimento para o país? Esperamos que sim. Que haja desenvolvimento e melhorias para todos.

Não tenhamos dúvidas de que muitos em Altamira e Transamazônica que não tinham um trabalho, agora podem ganhar um salário para garantir o pão de cada dia aos seus filhos, isso é bom ainda que não seja o suficiente. Nem só de salário vive o homem, nem só de pão vive o homem, nem só de cerveja vive o homem. O Ser humano necessita de Educação, saúde, lazer, geração de trabalho e renda, e, alimentação de qualidade o que é fundamental para se ter saúde, transporte, cultura, espiritualidade e religião encarnada com e no mundo em que vive político, econômico, social, cultural e ambiental.

O Tempo das cavernas já ficou para trás, método positivista está ultrapassado. O velho discurso de que para haver progresso haverá benefícios e maléficos, se - precisa destruir culturas, destruir o meio ambiente, escravizar pessoas com salários miseráveis ou até mesmo assassinar Indígenas como já ocorrido, haverá sempre os dominadores e os dominados, haverá sempre empregados e patrões é totalmente ridículo, arcaico, medieval. Isso sim é ideologia e é mortífera.

Há tecnologias, há cientistas, há recursos humanos e financeiros suficientes para se desenvolver Projetos onde a Dignidade da pessoa humana seja garantida, onde os recursos naturais sejam pelo menos em parte respeitados o que não está acontecendo em nenhum projeto do PAC. Os Povos Tradicionais deveriam ser ouvidos, amparados e respeitados, a Cultura está esquecida, a única cultura que está em cheque é do consumismo, do lucro pelo lucro se sobrepondo ao ser humano e ao meio ambiente.

Portanto os Problemas sociais, ambientais, econômicos e Culturais e a necessidade de elaboração, planejamento e execução de políticas públicas são antigos, estão atrasados no tempo e no espaço. Com o Complexo Hidrelétrico B.M as necessidade só aumentam o que deveria ter sido resolvido muito antes.

Somos contra aos disparates que o Estado Brasileiro tem cometido com a população por não elaborar e planejar de forma correta tais projetos, colocando o povo em situação de risco social e ambiental e ameaçando suas culturas. Se o Projeto apresenta problemas socioambientais o maior e grande responsável é sem dúvida o Estado.

Não somos contra a riqueza e o desenvolvimento, mais sim contra a sua má distribuição e de que forma se consegue a riqueza e o desarrolho, somos a favor de vida digna para todos, pão na mesa de todos, moradia para todos, em fim, que os direitos fundamentais sejam assegurados.

 

 

A questão aqui não se trata de ser contra ou a favor de Belo Monte, mais sim de estudar e analisar a problemática socioambiental dos impactos negativos e positivos que o projeto trouxe e que ainda venham a trazer para a região da Transamazônica. A que se ressaltar que muitas pessoas em Altamira que já vivem lá há anos e outras que nasceram lá e estão no anonimato abandonadas pelo poder público Federal, Estadual e Municipal, agora elas tem uma oportunidade de melhorar suas condições de vida, ainda que seja muito simbólico nesse primeiro momento, ainda é cedo para se da um veredito. Os problemas sociais que sempre existiram agora se agravam ainda mais devido ao inchaço populacional passando de 100.000 habitantes para em torno de 150.000. A Região hoje recebe pessoas vindas de todos os Estados do Brasil, são pessoas de boa e má índole, formados e não formados, empresários, especuladores, aventureiros e picaretas, surgem novas oportunidades de trabalho, problemas sociais e ambientais novos, surgem cursos técnicos variados o que antes praticamente não havia, chegam novas universidades o que aumentam as chances de jovens e adultos ter um curso superior.

A crítica aqui exposta não se pauta em fazer uma construção ideológica negativista do projeto e nem de condenar a CCBM Consórcio de Empresas responsáveis pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Até por que as empresas podem devem e tem as condições ideais de contribuir para a melhoria de vida das pessoas dando lhes oportunidades de trabalho, basta que as ações empresariais sejam pautadas em princípios éticos com responsabilidade social e desenvolvimento sustentável.

Queremos o desenvolvimento econômico, político, social, cultural, ambiental e humano.

 

Fonte:

PROJETO BELO MONTE - DISCURSO POSITIVISTA 2.pdf (110871)

SEGURANÇA PÚBLICA – PROTEJO DE SOCIEDADE E CIDADANIA.

03/04/2014 09:43

 http://lattes.cnpq.br/3279010299709231

       SILVA, J. A

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SEGURANÇA PÚBLICA – PROJETO DE SOCIEDADE E CIDADNIA.

 

As cidades brasileiras passam por momentos de abandono por parte do poder público, o Estado tem se mantido ausente diante dos casos de violência tanto nas Capitais como nos demais Municípios. Há um descaso no que toca a elaboração, planejamento e execução de políticas públicas que contenha a violência no País, principalmente ao que toca ao tráfico de drogas e ao contrabando de armas, o Estado Brasileiro não têm desempenhado um projeto de Segurança Pública eficaz e eficiente.

Os problemas sociais Brasileiro são sempre colocados a cargo daqueles que estão nas instituições públicas e no que toca a Segurança Pública à sociedade joga toda a responsabilidade as corporações militares e, de maneira especial reduzem ou deixam a carga maior de responsabilidade em segurança pública a PM, ao Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil.

Lamentavelmente a Polícia civil fica muito confinada aos gabinetes, caso típico da especificidade burocrática corporativa, quanto aos agentes de fiscalização são muito desprovidos de recursos suficientes para fazerem as averiguações com qualidade, além disso, lhes falta à segurança no trabalho policial investigativo, uma atividade de risco de vida eminente. As condições de trabalho aos profissionais da Segurança Pública são degradantes, não há em primeiro lugar uma valorização (Remuneração) justa deste profissional, com exceção aos que estão no topo da pirâmide (Hierarquia) depois a estrutura e infraestrutura das corporações de Segurança Pública são péssimas, principalmente as da PM e Bombeiros. Falta investimento em tecnologia, equipamentos de segurança adequado, viaturas e etc., o que dificulta as investigações, apurações e resoluções dos fatos criminais.

O Caminho, a solução talvez fosse unificar as polícias e isso implicaria em trabalhar com um objetivo comum, com ideal e foco na segurança Pública, quebrando um tradicionalismo arcaico, começando pelo modelo de formação repressivo e violento pelo qual passam os policiais, além disso, precisaríamos quebrar a hegemonia de poder das corporações policiais, ou seja, porque os policiais da Polícia Federal, Marinha, Aeronáutica, Exército, Força Nacional, Polícia Rodoviária Federal ganham salários mais altos que os policiais da PM, Bombeiros e Polícia Civil, porque estes três últimos tenham que ser mal remunerados com salários miseráveis. Em fim, está em falta o desempenho e desenvolvimento dos princípios básicos da democracia nas corporações militares.

 

É tarefa e dever do Estado dar e garantir segurança pública aos seus cidadãos. Segurança pública implica: Geração de trabalho e renda, Habitação, Transporte de qualidade, Educação de qualidade com escolas bem estruturadas e equipadas com materiais e recursos pedagógicos, tecnológicos e didáticos, além da qualificação e valorização de seus profissionais, segurança pública requer investimento em saúde e, além disso, um trabalho coletivo com toda a sociedade civil, isso implica compromisso e responsabilidade de todos, de maneira especial aos intelectuais, empresários, instituições e entidades.

A desmilitarização seria o primeiro passo seguindo da construção de um projeto de segurança pública cidadã, pautados nos princípios democráticos de garantia dos direitos fundamentais, ou seja, um projeto de sociedade onde todo cidadão tenha um compromisso e responsabilidade com a Pólis (Cidade), Comunidade, Bairro, Estado, Nação no desenvolvimento da segurança pública e da cidadania.

Para o desenvolvimento de um PROJETO DE SOCIEDADE com SEGURANÇA PÚBLICA e CIDADANIA iremos precisar em primeiro lugar investir seriamente em educação de qualidade e, isso implicaria em reestruturar as instituições escolares públicas e privadas, desde o ensino fundamental, médio e superior. Teríamos que melhorar a qualidade de vida dos profissionais de educação, dando lhes melhores salários e melhores condições de trabalho. As instituições escolares teriam que investirem em materiais didáticos e pedagógicos de qualidade, recursos tecnológicos e formação humana para todo o quadro funcional, a melhoria da educação parte do princípio de que todos devem ser inseridos neste processo.

Em segundo plano o qual se integra e complementa o primeiro teríamos que pensar no desenvolvimento econômico, político, social, cultural e ambiental. Todo ser humano tem a necessidade básica elementar de comer, beber, vestir, morar bem, ter acesso a saúde, a educação, ao transporte, ao lazer, se inserir em projetos de transformação social, participar de sindicatos, associações, manifestações e etc., de desenvolver seus costumes ou, participar de uma comunidade religiosa ou espiritual. Para tudo isso o ser humano precisa desenvolver uma atividade laboral de geração de renda o suficiente para a garantia de seu sustento e de sua dignidade. A economia da casa, o cuidar da casa do meio ambiente em que vive é de fundamental importância para o viver e fazer bem do ser humano.

O Estado poderia também criar uma parceria com os meios de comunicação de massa que poderiam muito contribuir como um canal de informação e conscientização cidadã, apurando e denunciando os casos de violência e demais casos de violação de direitos. Contudo, Porém, Entretanto, sabemos que a imprensa, os meios de comunicação de massa dificilmente pautarão suas ações sobre os princípios éticos democráticos, pois, seus objetivos e metas estão fundamentados sobre os princípios econômicos do lucro x lucro de vender imagens. Os meios de comunicação de massa têm o poder de formadora de opinião, esta força poderia contribuir muito no combate a criminalidade e na garantia dos direitos fundamentais. Por isso o Direito de Liberdade de Imprensa é fundamental nesta tarefa social e de segurança pública, porém tal tarefa precisa de um desempenho pautado no respeito aos princípios democráticos, de forma a garantir e respeitar os direitos fundamentais de cada cidadão informando, passando e transmitindo noticias com coerência, ética e responsabilidade social.   SEGURANÇA PÚBLICA - PROJETO DE SOCIEDADE E CIDADNIA.pdf (138272)

FILOSOFIA E A NOVA ÁGORA ESPAÇO DEMOCRÁTICO DE DISCUSSÕES PÚBLICAS

03/04/2014 09:08

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  SILVA, J. A

 

FILOSOFIA E A NOVA ÁGORA

ESPAÇO DEMOCRÁTICO

DE DISCUSSÕES PÚBLICAS

 

A Filosofia tem seu nascimento na Praça Pública (Ágora) para os gregos atenienses era um lugar ao ar livre, um espaço de encontro e diálogo de deliberação de questões políticas e filosóficas onde se desenvolvia as discursões e debates sobre a vida da polis (cidade). Foi neste espaço público que se destacaram grandes filósofos como: Aristóteles, Sócrates e Platão, suas obras foram e ainda são de fundamental importância e relevância para a disseminação do conhecimento no mundo e, de maneira especial tem contribuído com a educação no mundo inteiro. Tais Pensadores contribuíram para com a Moral, Ética e a Política.

A Filosofia que significa (Amor pela Sabedoria) nos impulsiona ao pensamento crítico, a busca pelo conhecimento, deve nos levar ao questionamento, a dúvida e a reflexão sobre nossa realidade e a fazer as perguntas direcionadas aos diversos fatores sociais, culturais, políticos, econômicos, ambientais e religiosos que nos rodeiam e nos cerca. A filosofia é a Ciência Mãe das Ciências Sociais (Sociologia) e, de tantas outras, a importância da filosofia é de fundamental importância para se aprimorar o conhecimento das demais ciências no mundo.

Partindo de nossa realidade globalizada e tecnológica onde se faz presente um mundo virtual onde as discursões, debates, disseminação do conhecimento, e troca de informações se dão por meio dos veículos eletrônicos nas Redes de Computadores (tecnologia digital) por meio da internet nas redes sociais, nos e-mails, redes de Rádio, TV e, na mídia em geral, podemos então afirmar que nasce a Ágora Virtual a qual tem uma amplitude muito maior que a difere da anterior, onde as discussões e debates alcançam um público maior em menos tempo, mais distante alcançando pessoas em outros continentes longe daquela realidade a que se encontra. A nova ágora não se esgota somente a um local único, ela se estende além de seu ponto fixo e perpassa fronteiras embora que as pessoas que estão a fazer parte do debate, das discursões e trocas de informações e conhecimentos não estejam no mesmo espaço e local. A ágora se torna superficial, através de uma fala eletrônica, tecnologizada, por meio do áudio e das teclas de um teclado do computador, de um celular ou na TV.

No que toca especificamente as discursões e debates políticos do pensar e deliberar as questões da polis (cidade) a Ágora se divide em três: Poder Legislativo, Executivo e Judiciário. No Poder Legislativo as ações da ágora ficam limitadas aos espaços público das assembléias constituintes, este espaço é onde mais se desenvolve a prática da ágora moderna, no entanto, tal espaço democrático ainda continua com seu modelo excludente assim como fora na Grécia onde Escravos, Negros, Idosos, Mulheres, Servos e Pobres não faziam parte das discursões na Praça pública.

 

No poder Legislativo (Ágora Parlamentar) há participação de mulheres, negros, jovens, idosos e pobres, porém de forma bastante reduzida, principalmente ao que toca aos pobres, indígenas, negros e mulheres, se não for parlamentar praticamente estará fora do debate, a não ser uma seção especial onde haverá uma abertura maior ou se tiver uma influencia social com um parlamentar, porem, para adentrar o espaço público haverá exigências jurídico-dogmáticas e sociais pelas quais se o cidadão não se enquadrar nos padrões da norma social e jurídica não poderá fazer parte do debate político de discursões de interesse social-público para os benefícios da cidade (polis). O Poder Executivo gestor e executor público, dialoga com os constituintes do poder Legislativo e Judiciário, mantém relações com estes dois poderes a nível estadual, municipal e federal, também constrói relações diplomáticas com outros países buscando soluções e recursos para o desenvolvimento do Estado, Município e Pais, mescla suas ações discursivas e debates aos da ágora do Poder Legislativo agente fiscalizador, embora sabendo de suas especificidades, mais que seus objetivos caminham na mesma direção do gerir, administrar e cuidar da polis.

O Poder Judiciário tem suas discursões e debates centrados aos seus membros constituintes de magistrados, são somente eles que formam a ágora-jurídica, porém suas ações são ou deveriam ser pautadas para os benefícios de interesse social-público no que toca ao cumprimento das leis.

Ainda temos outra Ágora qual seja a Sociedade Civil que é composta e subdividida pelas Sub-Ágoras: Movimentos Sociais, ONGs, Entidades Religiosas, Escolas, Universidades e Grandes Corporações capitalistas. As discussões e debates políticos coletivos de transformação social somente irão acontecer e acontecem quando estas Sub-Ágoras se juntam pelo mesmo ato político social, com exceção do setor econômico que diverge do coletivo e das decisões democráticas.

Concluímos então, que a Ágora não mais é única, temos um conjunto delas quais sejam: Agora Virtual das Redes de Computadores, Ágoras Estatais: Poder legislativo, Executivo e Poder Judiciário, Agora da Sociedade Civil.  Houve a evolução dos debates, discussões, difusão do conhecimento filosófico, das experiências que saem do ponto fixo - único e, ganha uma amplitude alcançando novo público, novas gerações de pessoas, novo rumo, novo pensar político perpassando fronteiras e territórios além-mar, as discussões e debates da ágora que agora se multiplica e se expande pelas redes de computadores, na TV e nos celulares modernos, ganha espaço amplo no mundo, deixa de ser uma praça pública unificada e fixa, passa a ser praças públicas reais e virtuais, eletrônicas, estatais, midiáticas e sociais.

O novo espaço democrático de diálogo e deliberação de questões atinentes ao bem estar da Polis, da Cidade, do Estado da Comunidade, da Instituição, do país passa a ser diversificado e ampliado pelos mais diversos seguimentos da sociedade, porém nem sempre os debates e discursos são pautados pelos princípios éticos da democracia, principalmente no que toca a política que tem fundamentado suas ações em interesses partidários, próprios e antagônicos que muitas das vezes geram os conflitos sociais, econômicos, religiosos e culturais.

Os espaços democráticos nas mais variadas ágoras ainda continuam sendo excludentes como foi na Grécia, às exclusões sociais a que se tem na sociedade mundial ainda é uma constante o que limita a função da praça pública na consolidação da democracia seja no campo político, econômico, social, cultural, ambiental, tecnológico ou religioso. A agora virtual ao mesmo tempo em que ampliou o espaço democrático também abriu um leque de violações de direitos em todos os campos, as mais variadas formas de expressão cunhada de ideologias e discursos pautados pela banalização da vida fomentando preconceito, discriminação, alienação, estigmas, estereótipos, racismo, homofobia, crimes sexuais e tantos outros descaracterizam e desvirtuam o verdadeiro sentido e objetivo da agora. E para alem disso, ao que toca a globalização tecnológica ainda não há a universalização do conhecimento e o acesso de informações, pois, nem todos têm as condições financeiras suficientes de adquirir um computador ou um celular e conectado à internet. Diante disso é percebível a exclusão social do acesso ao conhecimento, informações o que limita muitas pessoas de poder participar dos debates e discussões os impedindo de se inserirem no processo democrático de direitos, de fazerem parte da construção da polis.   

Fonte Bibliográfica:

 

370.1

T656f Tomelin, Janes Fidélis

Filosofia geral e da educação / Janes Fidélis Tomelin; Norberto

Siegel. 2. Ed. Indaial: Unialsselvi, 2013.

                 180 p. : il 

 

ISBN 978-85-7830-674-8

I.              Educação – Filosofia 

I.              Centro Universitário Leonardo da Vinci.

 

FILOSOFIA E A NOVA ÁGORA, ESPAÇO DEMOCRÁTICO.pdf (67360)

O MITO DA CAVERNA PRESENTE NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

03/04/2014 09:01

 

 

 http://lattes.cnpq.br/3279010299709231 

O MITO DA CAVERNA PRESENTE NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO.pdf (134452)

    SILVA, J. A

http://cms.ciencias-sociais-pesquisas.webnode.com

 

O MITO DA CAVERNA PRESENTE

NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

 

O Mito da Caverna de Platão em nosso mundo moderno foi substituído pelos mitos da caverna dos meios de comunicação qual seja a Internet e a TV onde se propagam imagens distorcidas da realidade, imagens criadas por pessoas reais que constrói, criam e propagam alienação mitológica por meio de uma tela plana LCD-LED a qual passa a ser a porta de entrada da nova caverna.

É por meio da TV que são projetadas as sombras reais de seres humanos, onde um grupo de pessoas tem o domínio da caverna e dos mitos que são as representações e encenações televisivas criadas, programadas, e projetadas por eles, neste novo modelo há uma inversão, os prisioneiros não mais são aprisionados pelas correntes e não mais se encontram dentro da caverna e sim fora dela quais sejam os telespectadores que ficam vendo as imagens projetadas dentro da caverna pelos personagens (atores) proprietários e funcionários da caverna.   

As imagens agora projetadas dentro da caverna são expandidas diariamente para o mundo real fora da caverna a fim de que o telespectador, atual aprisionado e acorrentado pelas imagens assimilem e desenvolva os mitos e carreguem consigo a alienação mitológica midiática.   

Nessa Caverna Moderna virtual há vários mitos como: Mito da Democracia Racial, Mito da Igualdade de Direitos, Mito da Democracia consolidada, Mito das Religiões, Mito da Educação de qualidade para todos, Mito das boas relações entre pobres, ricos e negros, Mito do crescimento econômico, Mito da sustentabilidade ambiental e, tantos outros. 

 

Para que as pessoas se libertem dos mais variados mitos da caverna virtual na Internet e na TV faz-se necessário a busca pelo conhecimento através do questionamento, da dúvida e da reflexão sobre o que nos é passado, informado e transmitido pelos meios de comunicação de massa.

Há que sairmos da comodidade, da zona de conforto, é preciso que encaremos os conflitos e desordens sociais como promotores e inibidores na busca pela razão consciente e concisa procurando desenvolver a reflexão crítica de nossa realidade social para sairmos da alienação e nos libertarmos dos mitos da caverna virtual-televisiva midiática.

De nada podemos saber se não tivermos a humildade de reconhecermos nossa própria condição de ignorantes, por isso sem o pensar crítico filosófico pautados sobre os princípios éticos do questionamento, da dúvida e da razão os quais devem ser dialogáveis com o objetivo de sistematizar e aperfeiçoar o mundo das ideias nunca há de sermos capazes de nos emancipar e sair da escuridão, da ignorância e de irmos ao encontro da luz.

Fonte Bibliográfica:

 

370.1

T656f Tomelin, Janes Fidélis

Filosofia geral e da educação / Janes Fidélis Tomelin; Norberto

Siegel. 2. Ed. Indaial: Unialsselvi, 2013.

                 180 p. : il 

 

ISBN 978-85-7830-674-8

I.              Educação – Filosofia

I.              Centro Universitário Leonardo da Vinci.

 

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