JUSTINO AMORIM DA SILVA / SOCIOLOGO

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As Ciências Sociais abrange três campos de atuação: Ciências Política, Antropologia e Sociologia. (SOCIOLOGIA) tem como objeto de estudo o ser humano em sociedade.

seu objetivo se pauta no estudo, análise e entendimento  de suas relações sociais em grupos, bem como: Associações, ONGs, Entidades, Movimentos Sociais, Religiões, Empresas e etc. Busca ampliar o conhecimento sobre o ser humano e suas relações sociais, contribuindo portanto para um melhor entendimento da sociedade  em que vivemos, procurando interpretar e analisar os fatos sociais a que nos cerca.

O método utilizado pelas Ciências Sociais é a investigação científica através da pesquisa teórica e por meio da análise empírica (experimento em campo, realidade social) tentando compreender e buscar explicações e soluções para os fatos e fenômenos sociais.  

Este site tem como objetivo acatar artigos, textos, dissertações e teses que ajudem nos a compreender e entender melhor os fatos sociais que nos rodeiam e enriquecer nosso conhecimento sobre os fenômenos e as problemáticas Sociais.

BELO MONTE

Por: Justino Amorim da Silva

  http://lattes.cnpq.br/3279010299709231

SILVA, J. A

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PROJETO BELO MONTE - DISCURSO POSITIVISTA

DESENVOLVIMENTO R$ ECONÔMICO

VERSOS O DESENVOLVIMENTO HUMANO

Por: Justino Amorim da Silva

 

 

Fonte:

 

Tudo Sobre a Batalha Belo Monte

http://arte.folha.uol.com.br/especiais/2013/12/16/belo-monte

 

Mineração no Xingu

http://www.ihu.unisinos.br/noticias/526326-mineracao-no-xingu

 

PROJETO BELO MONTE - DISCURSO POSITIVISTA 2.pdf (110758)

Histórico

Escrito por CRB/NACIONAL

http://www.crbnacional.org.br/site/index.php/projetosmissionarios/greni/212-historico

11 Novembro 2012. Publicado em GRENI.

GRENI é uma sigla do Grupo de Reflexão de Religiosos e, Religiosas, Negros, Negras e Indígenas.

Trata-se de um espaço dentro da Vida Religiosa cujo objetivo é possibilitar aos religiosos e, religiosas afrodescendentes e indígenas uma maior conscientização sobre a própria identidade em vista da superação de todos os obstáculos que impedem uma plena e sadia auto-estima.

Enquanto espaço de encontro e animação, o GRENI não divide, mas estimula uma fraternidade e sororidade mais ampla.

Sendo o GRENI uma iniciativa dos/as religiosos/as negros/as em solidariedade com os irmãos e irmãs indígenas, está aberto a toda Vida Religiosa, possibilitando um conhecimento mútuo, o respeito, a valorização e o acolhimento às diferenças que cada vez mais enriquecem as nossas comunidades.

É bom lembrar que o GRENI não apareceu por acaso, mas é resultado de conquistas ao longo das últimas décadas da Vida Religiosa, e tem sido nos últimos anos um espaço de incentivo, sobretudo às culturas de origem africanas, visando uma melhor acolhida e uma maior presença de afrodescendentes nas comunidades religiosas.

A abertura mais significativa da Vida Religiosa à presença de afrodescendentes tem ocorrido a partir dos anos 60. Entretanto, somente na década de 90 é que começa um esforço maior no sentido de relacionar Vida Religiosa e etnias, sobretudo no que diz respeito às vocações de origem afro.

Na CRB Nacional somente a partir de 90, começam as menções sobre a presença afro na Vida Religiosa nas “linhas de ações” das programações trienais.

Embora ainda seja desproporcional em relação às dimensões da população negra católica, o número de religiosos e, religiosas afrodescendentes têm crescido consideravelmente nas últimas décadas.

Em que pesem algumas resistências, a grande maioria das Congregações religiosas têm se aberto as realidades étnicas – culturais. Tem havido esforços de conscientização tanto em nível nacional como também nos diversos Países da América Latina e do Caribe através da Confederação Latino-Americana de Religiosos/as (CLAR).


GRENI ESPAÇO CONSTRUÍDO

Significativo número de religiosos e religiosas sempre estiveram atuando na formação do Movimento Negro na Igreja. Ajudaram a criar os grupos e incentivaram a tomada de consciência sobre a realidade afro. Nos encontros pastorais para a formação da militância negra, nos intervalos em ou algum momento oportuno os religiosos e as religiosas negros/as se reuniam para encaminharem sugestões ou aprofundar questões específicas relativas à negritude e Vida Religiosa.

Em meados dos anos 80, em alguns Estados, sobretudo em algumas capitais, religiosos e, religiosas negros/as começaram a se reunir. Em algumas Congregações, religiosos/as e, sobretudo, formandos/as negros/as começaram também realizar encontros específicos.

No ano da Campanha da Fraternidade sobre a população negra, a CRB Nacional lançou o opúsculo “Comunidade Negra: Interpelações à Vida Religiosa” da autoria do Pe. Antonio Aparecido da Silva (Padre. Toninho).

Pode-se dizer que foi a partir dos encontros de religiosos e, religiosas afro nas próprias congregações ou em espaços intercongregacionais que começa surgir o GRENI.

Após certo nível de articulação, em 1991, um grupo de religiosas (os) negras (os) propõe a CRB Nacional à criação de um GRUPO DE REFLEXÃO para aprimorar às várias articulações dentro da Vida Religiosa com o objetivo de ampliar a consciência da negritude na Vida Consagrada.

Tendo em vista a aproximação da Assembléia Geral da CRB Nacional em 1992, enviou-se uma carta para todos/as provinciais das Congregações solicitando sugestões sobre a criação do referido Grupo de Reflexão. As respostas foram bastante positivas, inclusive com a sugestão para contemplar também os indígenas.

Durante a Assembléia Nacional da CRB de 1992, realizada em São Paulo, após algumas reuniões com religiosos/as negros e indígenas ali presentes e simpatizantes da causa, em sessão plenária, foi APROVADA A PROPOSTA DA CRIAÇÃO DO GRENI COM 85% DOS VOTOS DOS/AS SUPERIORES/AS MAIORES.

GRENI, CRISES E PERSPECTIVAS

Nesse tempo de mudanças rápidas, o GRENI como tantos outros grupos passa também por desafios. Olhando o quadro do GRENI hoje, pode-se dizer que está funcionando em algumas Regionais da CRB e com um número reduzido de pessoas.

É um grupo de resistência, e enquanto um SERVIÇO organizado dentro da Vida Religiosa estabelece contatos e articulações com outras iniciativas e organizações voltadas para a causa afro, como a Pastoral Afro da CNBB, Organizações do movimento Negro e em alguns casos com organizações indígenas.

O GRENI continua sendo um espaço NECESSÁRIO para dar oportunidade do conhecimento de si, valorizando a própria origem, e colaborando para uma vida comunitária pluralmente sadia às religiosas e, religiosos afrodescendentes, indígenas e de outras procedências étnicas também.

Aberta ao Pluralismo cultural e à riqueza da diversidade étnica que caracterizam o tecido humano do nosso continente, a Vida Religiosa, demonstra a sua vocação universal e a sua capacidade de congregar no seguimento de Jesus os homens e as mulheres de todas as raças e povos para realizarem na mesma fé a experiência de Deus.

A Vida Religiosa enriquecida com as contribuições próprias das culturas deseja mostrar ao mundo a beleza que emerge a partir dos povos na vivência profunda dos carismas.

DESAFIOS DO INDÍGENA NA VIDA RELIGIOSA

Muitas pessoas ainda perguntam se existem religiosos/as indígenas no Brasil. Temos a alegria em dizer com todas as letras que sim. Existem! Não sabemos exatos quantos e sobre eles quase não se ouve falar. Maior ainda é o número de formandos/as que chegam às congregações. A maioria deles inevitavelmente sai no meio do processo de formação.

Essa realidade até pouco tempo recebia pouca atenção. Com o GRENI começa-se a pensar sobre a IDENTIDADE desses irmãos/ãs.

Os religiosos (as) indígenas mais velhos ainda são minoria. Mas aos poucos um grupo cada vez maior reconhece que voltar para suas origens éticas não é somente modismo. É chave para uma vida integrada, para a construção de uma pessoa inteira.

Conservar-se ”diferente” culturalmente e manter a auto-estima é um desafio. A maioria da Vida Religiosa desconhece a cultura indígena.

Indígenas que vieram de aldeias acreditam que a dificuldade maior é continuarem indígenas, respeitando suas origens, os que já eram desaldeados sentem que a questão é resgatar suas raízes.

Iniciam o período de formação com bastante entusiasmo, mas aos poucos se sente as diferenças, o abalo cultural, o que pode fazer com rejeitem a sua identidade.

Portanto a questão da IDENTIDADE é um grande desafio indígena. Como então tornar a Vida Religiosa um ESPAÇO de tomada de consciência da IDENTIDADE indígena e busca de suas origens?

Outro desafio é considerar que muitos religiosos/as que poderiam ser identificados/as como indígenas não se reconhecem como tais.


Senhor da história:

 

Pai e Mãe da humanidade, sonhador das culturas.

Arquiteto do universo.

Pousa teu olhar sereno e terno sobre nós, tuas criaturas.

Consagrados e consagradas testemunhas.

Concede-nos o vento da perseverança.

Até o fim! Ó Ruah da fidelidade.

Sem reservas!

A suave brisa da alegria.

O doce canto do amor.

Que a Mãe Maria, mulher, esposa e filha,

Negra e índia, menina de todos os lugares,

Acompanhe-nos no caminho e nos conduza pelas sendas da

Justiça e da paz como sinais vivos do REINO

Fonte:

http://www.crbnacional.org.br/site/index.php/projetosmissionarios/greni/212-historico

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